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Prata da Casa Decanter

O mercado brasileiro é um desafio para qualquer vendedor, e no setor de vinhos não é diferente. Com as recentes dificuldades que surgiram, a Decanter, um dos maiores importadores do Brasil, buscou em seu próprio catálogo a melhor forma de superar estas dificuldades.

 

Entre as soluções encontradas estão o fortalecimento dos laços com produtores, através do lançamento de novos rótulos mais acessíveis ao consumidor brasileiro. É o exemplo da Eugen Müller, cujo refrescante Riesling Charisma é uma opção de entrada dessa uva que possui muitos fãs.

 

Outra busca da Decanter foi a de incluir produtores de regiões menos exploradas, atraindo os consumidores a novos nichos. Foi por aí que a Meurgey-Croses, produtor do Mâcon (porção mais ao sul da Borgonha), chegou ao nosso país, com vinhos muito característicos da região, mas com um perfil que tem tudo para agradar os enófilos brasileiros.

 

Um dos produtores apresentados não chega a ser uma novidade: a Curatolo Arini, um dos mais tradicionais produtores de Marsala, chega com dois vinhos que prometem mostrar o potencial desta variedade de fortificado que é muito conhecida pelas suas aplicações culinárias, mas que pode ocupar uma posição muito mais nobre, tanto como um aperitivo menos doce que um Porto ou um Jerez, quanto como uma criativa alternativa para coquetelaria.

 

Com tantas opções, o melhor é conhecer as Notas de Degustação das novidades apresentadas, e depois encher o carrinho no site da Decanter para reabastecer a adega!

 

Notas de Degustação

 

Joseph Vallet

 

Blanc de Blancs Brut

Elaborado sob a supervisão de François Vallet, é um crémant feito com Ugni Blanc, Chardonnay e Clairette. Muita acidez, nariz de frutas cítricas bem pronunciado, com vegetais. Na boca, a sensação é de ser mais seco do que é de fato, sem açúcar muito perceptível. Por ser um espumante de uma região menos expressiva que Champagne, é uma ótima opção para um vinho francês desse tipo.

 

Rosé Brut

Este espumante é feito com Grenache e Cinsault, e traz no nariz uma sensação quase semelhante à de um vinho tinto (toque de frutas vermelhas e um ligeiro especiado). A  boca tem a sensação doce mais pronunciada que o Blanc de Blancs, embora tenha um baixo teor de açúcar. Acidez marcante que garante a refrescância, tem um sabor muito agradável. Outra ótima opção de crémant abaixo de R$ 100.

 

Weingut Eugen Müller

 

Riesling Charisma

Feito com uvas provenientes de três vinhedos, passa por fermentação em tonéis de 3 mil litros a 18°, garantindo o frescor das frutas. Nariz característico da uva com floral, cítrico e um toque de querosene. Boca com acidez vibrante, tem mineralidade e frescor. Um achado a R$ 115,20.

 

Albino Armani

 

Sauvignon Campo Napoleone

Talvez um dos maiores achados apresentados, este é um delicioso Sauvignon Blanc de Verona e que tem muito frescor, dos aromas ao paladar. O nariz traz maracujá, um toque vegetal mais discreto, alguma mineralidade, colocando este como um Sauvignon Blanc típico, mas sem excessos que às vezes a uva mostra. A boca é muito viva, com acidez, mineralidade e frutas perceptíveis também, além de alguma untuosidade. Um ótimo achado!

 

Meurgey-Croses

 

Bourgogne Chardonnay 2015

Safra excepcional de um vinho bastante acessível, um representante legítimo da região do Mâcon. Aromas de frutas cítricas (abacaxi) com alguma baunilha. Boca também cítrica, untuosa e saborosa, com final ligeiramente tostado. Pode ser uma ótima introdução aos brancos do sul da Borgonha.

 

Mâcon Uchizy 2015

Outro grande branco de entrada. Ligeiramente mais mineral e com frutas brancas, é bem estruturado e com um ligeiro amargor na boca. Excepcional, lembra bastante um Chablis - sem custar o mesmo!

 

Pouilly Fuissé 2015

Com 20% do vinho com passagem em madeira nova, traz mais complexidade tanto nos aromas quanto no paladar. Com final que lembra a casca de limão siciliano, um vinho muito palatável - o valor ligeiramente mais alto não deve assustar, pois ele entrega o que se espera.

 

Bourgogne Pinot Noir 2016

Delicado, traz a essência da Pinot Noir da Borgonha sem influência de madeira. Delicado, sóbrio, de corpo mais leve e muito jovial, traz boa estrutura, com aromas de cereja fresca e groselha, e boca suculenta, com acidez gastronômica, taninos mais marcantes sem agressividade.

 

Craggy Range

 

Pinot Noir Martinborough 2016

 

Aqui, a Pinot Noir se mostra mais vibrante, frutada, e com notas de bosque, cogumelos. Fermentado em tinas de carvalho e inox, traz uma explosão de frutas na boca, taninos ainda verdes (o vinho ainda é um jovem). Pode se beneficiar com o tempo, mas é um vinho bem exuberante, ao melhor estilo Pinot Noir "do Novo Mundo".

 

Château de la Gardine

 

Château Saint Roche Côtes-du-Rhône 2016

Com 70% de Grenache, 15% de Syrah e 15% de Cinsault, passa por fermentação conjunta das uvas em inox, por isso é predominantemente frutado, maduro. Boca com boa acidez, de corpo mais volumoso, boa presença e taninos aveludados.

 

Araldica

 

Barbera Fazzoleto 2016

Um divertido rótulo e uma bandana que homenageia os libertadores da Itália já mostra que esse vinho não quer seriedade: ele é revolucionario, vibrante, jovem. Com uma coloração violeta, possui 20% de uvas passificadas por 1 mês, que depois é fermentado com o restante. Por isso, tem frutas vermelhas e negras em abundância, com uma nota de chocolate, tabaco. A boca tem ótima acidez, corpo médio, taninos marcantes e persistência média, com um final ligeiramente amargo. Apaixonante como uma ideologia.

 

Curatolo Arini

 

Marsala Fine Semmi Secco

 

Feito com Grillo, Catarrato e Inzolia, é fortificado com aguardente, "mosto cotto" (mosto de uvas aquecidas) e sifone (mistella), passando 2 anos em tonéis de carvalho. Adquire um tom caramelado, com aromas de passificação, através do "mosto cotto", que simula um envelhecimento. Possui um nível médio de açúcar (por isso semiseco), e traz notas de laranja seca, caramelo, boa acidez (lembrando que o Marsala é menos intenso que um Jerez, por exemplo).

 

Marsala Secco 5 Anni

 

Com as mesmas uvas do Semmi Secco, não leva o mosto cotto, e passa por 5 anos de tonéis de carvalho, ficando mais claro e mais seco. Com um teor de açúcar inferior, o que é perceptível no paladar, tem boa acidez e um excelente potencial para beber como aperitivo ou elaborar drinks, já que lembra um Vermouth. Traz de volta prestígio ao Marsala.

 

Confira os preços no site da Decanter (www.decanter.com.br) e saúde!





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